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ÁCIDOS GRAXOS LIVRES

Material: Soro congelado ref

 

Método: Espectrofotometria

 

Coleta:

< 1 ano: jejum de 3 horas;

1 ate 5 anos: jejum de 6 horas;

> de 5 anos: jejum de 12 horas

 

Colher sangue em tubo sem anticoagulante, aguardar 30 minutos, centrifugar.

 

Enviar aliquota de 3 mL de soro em tubo plástico.

 

Interferentes:

Lipemia e hemolise.

 

Não ingerir bebidas alcoólicas nas 24 horas que antecedem o exame.

 

Código CBHPM: 400118-4

 

Interpretação: avaliação do perfil lipídico do paciente. Os ácidos graxos são os principais constituintes dos triglicérides e fosfolípides. Podem ser de cadeia curta, média ou longa, e geralmente são compostos de cadeias carbônicas em série e com números pares de carbono. Dependendo do número de ligações duplas, podem ser divididos em saturados (sem duplas ligações), monoinsaturados e poliinsaturados. Acredita-se que dietas mais ricas em poliinsaturados são mais saudáveis e menos associadas a hiperlipidemias. Qualquer distúrbio causador de liberação excessiva de hormônios lipoativos (adrenalina, noradrenalina, ACTH, tirotropina, HGH e glucagon, por exemplo) pode induzir mudanças nos níveis séricos de ácidos graxos livres. A deficiência insulínica que ocorre nos diabéticos, jejum prolongado e outras condições cetóticas também
pode estar associada ao aumento dos ácidos graxos no plasma. A presença de altas concentrações de ácido ascórbico na amostra pode interferir negativamente na metodologia empregada.

 

Referência: 100,00 – 600,00 umol/L

ACONDROPLASIA (MUTAÇÃO G1138A – GENE FGFR3)

Material: Sangue total com EDTA

 

Volume: 5,0 mL

 

Método: Técnica Sequenciamento

 

Coleta: Enviar 1 tubo de sangue total com EDTA.

 

Interpretação: A acondroplasia é um transtorno genético que se apresenta em 1 em cada 25.000 crianças nascidas vivas. Trata-se de um transtorno do crescimento ósseo; sem crescimento normal da cartilagem. É o tipo mais frequente de nanismo que existe, caracterizado por um encurtamento dos ossos longos e manutenção do comprimento da coluna vertebral, o que dá um aspecto um tanto desarmônico: macrocefalia, pernas e braços curtos e um tamanho normal de tronco, entre outras irregularidades fenotípicas. A doença é autossômica dominante, embora uns 90% dos pacientes afetados são filhos de pais não afetados. Estes casos se devem a novas mutações, por exemplo, acidentes genéticos no gene FGFR que codifica um receptor fibroblástico do hormônio do crescimento, que se expressa na cartilagem provisional. A mutação implica um só gene e pode ser detectada por meio de análise molecular. O diagnóstico pré-natal está disponível. Mais de 99% dos indivíduos com acondroplasia têm uma das duas mutações em FGFR3 comuns. Duas substituições diferentes no nucleotídeo 1138 resultam na mudança de aminoácidos p.Gly380Arg. Foram descritas poucas exceções com mutações em outros nucleotídeos.

ACTH – HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO – CURVA

Material: plasma com EDTA

 

Sinônimo: Hormônio adrenocorticotrófico, corticotrofina

 

Método: Quimioluminescência

 

Coleta: A coleta deve ser feita preferencialmente até duas horas após o horário habitual de o cliente acordar. Até 2 anos de idade jejum mínimo necessário de 3 horas.

 

Acima de 2 anos de idade jejum mínimo necessário de 8 horas. Após a coleta em tubos com EDTA, centrifugar imediatamente (centrífuga refrigerada), separar o plasma e transferir para tubo plástico. Congelar imediatamente. Enviar o plasma congelado.

 

Código CBHPM: 40316041

 

Interpretação: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing, síndrome do ACTH ectópico (ex. carcinoma de pulmão, tumor de ilhotas pancreáticas, tumores carcinóides, carcinoma medular de tireóide), doença de Addison, hipopituitarismo e tumores pituitários produtores de ACTH (ex. síndrome de Nelson); avaliação de função adrenal.

 

Valores aumentados: doença de Addison, tumores produtores de ACT, stress, síndrome de Cushing hipofisária.

 

Valores diminuídos: adenoma de glândulas supra-renais, carcinoma de células supra renais.

 

Interferentes: corticosteróides, estrogênios, espironolactona, anfetaminas, álcool, lítio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade física.

 

Referência: Basal: Até 46,0 pg/mL

 

Limite de Detecção: 5 pg/mL

 

Linearidade: 5 a 1250 pg/mL

ACTH – HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓFICO

Material: plasma com EDTA

 

Sinônimo: Hormônio adrenocorticotrófico, corticotrofina

 

Método: Quimioluminescência

 

Coleta: A coleta deve ser feita preferencialmente até duas horas após o horário habitual de o cliente acordar. Até 2 anos de idade jejum mínimo necessário de 3 horas. Acima de 2 anos de idade jejum mínimo necessário de 8 horas. Após a coleta em tubos com EDTA, centrifugar imediatamente (centrífuga refrigerada), separar o plasma e transferir para tubo plástico. Congelar imediatamente. Enviar o plasma congelado.

 

Código CBHPM: 40316041

 

Interpretação: diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing, síndrome do ACTH ectópico (ex. carcinoma de pulmão, tumor de ilhotas pancreáticas, tumores carcinóides, carcinoma medular de tireóide), doença de Addison, hipopituitarismo e tumores
pituitários produtores de ACTH (ex. síndrome de Nelson); avaliação de função adrenal.

 

Valores aumentados: doença de Addison, tumores produtores de ACT, stress, síndrome de Cushing hipofisária.

 

Valores diminuídos: adenoma de glândulas supra-renais, carcinoma de células supra renais.

 

Interferentes: corticosteróides, estrogênios, espironolactona, anfetaminas, álcool, lítio, gravidez, fase do ciclo menstrual, atividade física.

 

Referência: Até 46,0 pg/mL

 

Limite de detecção: 5,0 pg/mL

 

Linearidade: 5 a 1250 pg/mL

ADAMTS-13 ANTICORPOS INIBIDORES FATOR V. WILLEBRAND

Material: plasma citratado

 

Sinônimo: Ac inibidores anti-protease de ruptura de Fator

 

Método: Enzimaimunoensaio

 

Interpretação: Os pacientes com Síndrome Hemolítico-Urêmico apresentam uma atividade normal ou ligeiramente menor da atividade da protease de ruptura do Fator Von Willebrand (ADAMTS-13). Os pacientes com TTP – Purpura Trombocitopênica Trombótica familiar apresentam um déficit completo da atividade de ADAMTS-13 e ausência de anticorpos anti-ADAMTS-13. Os pacientes com TTP – Purpura Trombocitopênica Trombótica não familiar apresentam um déficit na atividade de ADAMTS-13 e presença de anticorpos anti- ADAMTS-13.

 

Referência: Negativo

 

* Os pacientes com TTP – Purpura Trombocitopênica Trombótica familiar apresentam um déficit completo da atividade de ADAMTS-13 e ausência de anticorpos anti-ADAMTS-13.

 

* Os pacientes com TTP – Purpura Trombocitopênica Trombótica não familiar apresentam um déficit completo da atividade de ADAMTS-13 e presença de anticorpos anti-ADAMTS-13.

ADAMTS-13 ANTÍGENO DA PROTEASE DE RUPTURA FATOR V.WILLEBRAND

Material: plasma citratado

 

Sinônimo: Antígeno da protease de ruptura Fator V.Willebrand

 

Método: Enzimaimunoensaio

 

Referência: 400 a 1500 ng/mL

ADAMTS-13 ATIVIDADE DA PROTEASE DE RUPTURA FATOR V.WILLEBRAND

Material: plasma citratado

 

Sinônimo: Atividade da protease de ruptura Fator V.Willebran

 

Método: Eletroforese

 

Interpretação: Os pacientes com TTP – Purpura Trombocitopénica Trombótica familiar apresentam um déficit completo da atividade de ADAMTS-13 e ausência de anticorpos anti-ADAMTS-13. Os pacientes com TTP – Purpura Trombocitopénica Trombótica não familiar apresentam um déficit na atividade de ADAMTS-13 e presença de anticorpos anti- ADAMTS-13.

 

Referência: 6 a 100%

 

* Os pacientes com Síndrome Hemolítica-Urêmica apresentam uma atividade normal ou ligeiramente menor da atividade da protease de ruptura do Fator Von Willebrand (ADAMTS-13).

ADENOSINA DEAMINASE – ADA

Material: Diversos

 

Sinônimo: ADA

 

Método: Colorimétrico (Giusti & Galanti)

 

Coleta: Jejum não necessário. Manter a amostra refrigerada. A dosagem de adenosina pode ser realizada além do soro em : urina de 24 horas; Liquor, líquido pleural, líquido pericárdico e líquido ascítico (líquidos cavitários). Caso não seja possível o envio do material no dia da coleta, o mesmo poderá ser recebido em até 72 horas, refrigerado. O envio de amostra de liquor para este exame poderá ser feito em tubo de transporte, exceto quando cadastrado juntamente com exames de microbiologia, que obrigatoriamente deverá ser enviado no frasco original.

 

Código CBHPM: 40309010

 

Interpretação: diferenciação diagnóstica da atividade celular imune em líquidos. Basicamente, o teste tem capacidade de responder se a resposta ocorrente é de natureza linfóide (valores aumentados) ou mielóide (valores diminuídos).

 

Valores aumentados: soro (tuberculose, febre tifóide, mononucleose infecciosa, outras viroses sistêmicas, colagenoses, neoplasias hematológicas, SIDA); líquidos cavitários (líquor, líquido pleural, pericárdico, ascítico) (tuberculose, processos virais).

 

Valores normais: líquidos cavitários (infecções bacterianas).

 

Interferentes: vacinação recente.

 

Referência:

 

Soro: Até 40,0 U/L

LCR :4,6 a 18,0 U/L

Soro e Liquido pleural : Até 40,0 U/L

Líquido Peritoneal: Até 33 U/L

Líq. pleural, ascítico e pericárdio : Até 40,0 U/L

ADENOVÍRUS – FEZES

Material: fezes

 

Método: Imunocromatografia

 

Coleta: Coletar fezes.

 

Enviar a amostra no máximo 6 horas após a coleta. Quando conservadas sob refrigeração ( 2 – 8º C) a estabilidade é de 72 h, para prazos superiores a esse, as amostras deverão ser congeladas.

 

Código CBHPM: 40306011

 

Interpretação:  diagnóstico nas fezes de infecção por Adenovírus. Pelo menos 12 tipos têm sido associados a diferentes síndromes clínicas. Infecções assintomáticas podem dificultar a interpretação.

 

Títulos aumentados: contato prévio com Adenovírus (sintomático ou não).

 

Títulos diminuídos: imunodeficiências severas, contato muito recente.

 

Referência: Não reagente

ADENOVÍRUS – SORO

Material: soro

 

Sinônimo: Anticorpos anti-adenovírus

 

Método: Enzimaimunoensaio

 

Coleta: Coletar em tubo sem anticoagulante, separar o soro, refrigerar e enviar.

 

Código CBHPM: 40306011

 

Interpretação: diagnóstico de infecção por Adenovírus. Pelo menos 12 tipos têm sido associados a diferentes síndromes clínicas. Infecções assintomáticas podem dificultar a interpretação.

 

Títulos aumentados: contato prévio com Adenovírus (sintomático ou não).

 

Títulos diminuídos: imunodeficiências severas, contato muito recente.

 

Referência:

 

Anticorpos IgG e IgM Negativo :

índice < 0,90

 

Inconclusivo :
índice 0,91 a 1,09

 

Positivo :

índice > ou = 1,10

 

Obs: a soroconversão é observada com o aumento de 2 a 3 vezes o título de anticorpos em um intervalo de 2 a 3 semanas.

ADIPONECTINA

Material: Soro congelado ref

 

Volume: 2,0 mL

 

Método: Enzimaimunoensaio

 

Referência:

HOMENS : 1,23 a 21,0 µg/mL

MULHERES: 2,0 a 25,0 µg/mL

ALT – ALANINA AMINOTRANSFERASE

Material: soro

 

Sinônimo: ALT, transaminase pirúvica

 

Método: Enzimático/ automatizado

 

Coleta: Jejum 4 horas.

 

Código CBHPM: 40302512

 

Interpretação: determinação de dano celular do parênquima hepático; avaliação das hepatopatias. A ALT/TGP é encontrada predominantemente no fígado e em menores quantidades no rim, coração e músculo esquelético, sendo menos sensível que a AST/TGO para a avaliação de hepatopatia alcoólica.

 

Valores aumentados: necrose celular hepática de qualquer causa, choque severo, insuficiência cardíaca, anóxia aguda (ex: estado asmático), trauma extenso, hepatite infecciosa e tóxica, icterícia obstrutiva, obstrução biliar, cirrose, carcinoma hepático, miosite, miocardite, distrofia muscular, doenças hemolíticas, trauma muscular moderado, abuso crônico do álcool, filariose, queimaduras severas, pancreatite severa.

 

Valores diminuídos: azotemia, diálise renal crônica, estados de deficiência de piridoxal fosfato.

 

Interferentes: stress muscular +, salicilatos +, tetraciclinas +, isoniazida +, lipemia +, hemólise +, andrógenos +, etanol +, metotrexato +, esteróides anabolizantes +, fenobarbital +, quinidina +, ácido valpróico +, metildopa -, dopamina -.

 

Referência: 

Homens: Até 41,0 U/L

Mulheres : Até 31,0 U/L

ALBUMINA – LÍQUOR

Material: líquor

 

Método: Nefelometria

 

Coleta: Líquor coletado pelo médico assistente. O envio de amostra de líquor para este exame poderá ser feito em tubo de transporte, exceto quando cadastrado juntamente com exames de microbiologia, que obrigatoriamente deverá ser enviado no frasco original.

 

Código CBHPM: 40301222

 

Interpretação: A dosagem dos níveis de albumina no LCR são usados principalmente para avaliar a integridade da barreira hematoencefálica. O grau de permeabilidade pode ser avaliado dosando a albumina no LCR e soro ao mesmo tempo

 

Referência: Até 35,0 mg/dL

ALBUMINA – SORO

Material: soro

 

Volume: 1.0 mL

 

Método: Nefelometria

 

Coleta: Jejum de 4 horas.

 

Código CBHPM: 40301222

 

Interpretação: marcador de desordens do metabolismo protéico (nutricional, síntese reduzida, perda aumentada); avaliação de status nutricional; pressão oncótica sanguínea; doença renal com proteinúria; outras doenças crônicas. A determinação de albumina nos líquidos cavitários oferece vantagens sobre a determinação da proteína total no diagnóstico diferencial entre transudatos e exsudatos.

 

Valores aumentados: desidratação (verificar aumento do hematócrito).

 

Valores diminuídos: ingestão inadequada (desnutrição ou diarréias crônicas); absorção entérica diminuída (síndromes mal absortivas); aumento da demanda corpórea (hipertireoidismo, gravidez); síntese prejudicada [cirrose, outras doenças hepáticas (ex. alcoolismo), processo inflamatório crônico, analbuminemia hereditária]; aumento de catabolismo (neoplasias, infecções, traumas, inflamações); perda [edema, ascites, queimaduras, nefroses, síndrome nefrótica, enteropatias com perda protéica (ex. doença de Crohn, colite ulcerativa, úlcera péptica)]; diluição (uso de líquidos IV sem albumina, SIADH, hidratação rápida; diabetes psicogênica); deficiência congênita. A hipoalbuminemia está associada a maiores períodos de internação.

 

Interferentes: infusão albumina IV +, infusão fluidos sem albumina -, contraceptivos orais -, garroteamento excessivo +, diferença postural.

 

Limitações: especialmente em populações de hemodialisados e pacientes com insuficiência renal crônica, os valores obtidos por diferentes métodos não são correlacionados.

 

Referência: 3,4 a 5,20 g/dL

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